Problematizando o stage dive

Eu agora tenho uma opinião formada  sobre o stage dive:
Porque as pessoas são incapazes de agir como no video abaixo em todo show?

ou assim:

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Anti-Corpos

Esse texto esta em inglês, pois foi escrito pro site Calliope Magazine. Eu não sei quando vai ser publicado e queria colocar em uma plataforma pra mandar o link pra algumas pessoas. Não traduzi por preguiça. dsclp.

This post is in english because it was written for the website Calliope Magazine. I don’t know when it will be published and I wanted to upload it to a digital platform so I can send it to a few people.

 

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From the encounter of all the love and revolt we have inside comes this noise that can strengthen, encourage or deafen and destroy you.” – Anti-Corpos

Lesbian feminist hardcore is how Anti-Corpos define themselves.
As those are recurrent subjects on their lyrics and music, I believe it’s hard not to get surprised(whether as “I never thought about it” or “Yes! Finally someone is talking about it“) at every new song you listen to. Or shocked, if you’re not familiar with these ideas.
I believe one of the greatest things about the band is: they speak. And not generally.

Telling me how to act is as subtle as a lamp*, words of hate or a punch to the face.” – Sutil

All that is spoken through willingly yelled, loud stirring sound. Tearing.
Unlike a lot(a lot) of hardcore bands, their music doesn’t sound like a machine gun or a typewriter or any other analogy for something constant with no variation. But don’t take that as being melodic, they took only one small step towards it and while it makes a considerable difference it also makes me feel refreshed. Repetition can become tiring.
They’re the kinda band that makes you pay attention to them whether you want it or not. If you’re at a show or passing by a friend listening to it and you hear the initial riff to Sororidade you’re likely to go “Oooh… nice“. Just inevitable.
It’s like an approaching screaming or slap on the face instantly warming your heart.
Consequently it makes you think. That’s the primal beauty in punk and hardcore.
As hardcore is an energetic type of music, being at a show, you only want to soak yourself into the loud sound. I’ve only been to one of their shows and that’s the place for it. They sound as good live as they sound on the record. Maybe better. Dancers and headbangers were all around but as a wallflower I must say the no pushing, just touching-shoulders-in-a-crowded-room acting, riot grrrl style, was enjoyable.
Last year they released, Contra Ataque. It is an exciting EP. Seems to me it combines all the good there’s in hardcore. That excludes no variations in sound and unbearable to listen to vocals. Some folks can’t stand it, most folks can make it without it. That includes spoken word interludes(feminist chant in this case) and at least one mockery.
The two songs(Polícia Genocida and Anti-Corpos) from their new EP they made available on their Bandcamp a few months ago made me speachless and were making me look forward for this release.
I absolutely love Forma Prática de Luta. From it’s beautiful cover art to the two minute outro closing it to it’s powerfull start.
Intro Final, the last track, is an instrumental piece that shows us where this release’s influences came from. Makes so many great bands names pop in my head.
It’s a strong album and it’s the most melodic Anti-Corpos ever got.
It’s probably my favorite release of the year.
Starting on the 10th of July they’ve kicked off their second tour through Europe supporting the release of their then upcoming EP, “Forma Prática de Luta“, on Emancypunx Records. And, sadly, after that they went on hiatus. But who knows for how long? They’ve just released a new album.
On a last note, reviews are not meant to simplify, but if you want a short/quick description take this from one of their press releases: “Their music, message and attitude is nothing less than the perfect soundtrack to the annihilation of bigotry, inequality, machismo and homophobia“.


* To receive a lampadada(lamp) in your face in Portuguese refers to a hate crime in 2010 in Paulista Avenue, the biggest street of São Paulo, when a gay man was suddenly attacked with a fluorescent lamp as he was walking down the street.

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country punx

Eu quis escrever sobre esse show pra reafirmar o quão legal são esses eventos, então essa é uma “resenha geral”, fora as duas observações que faço sobre Menstruation e Blatta Knup.
E, por favor, ignorem o excesso de sentimentalismo do texto. Inevitavel as vezes.
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Sabado passado(30/04) fui ao Resistência Anti Fascista Fest. Cheguei atrasada(ajuda a vida se você lembrar que o GPS sempre erra por duas ou três quadras) e perdi a primeira banda. Uma pena, mas todo o tempo que passei lá fiquei admirando a beleza do “do it yourself”. Aquela beleza intrigante. Aquela beleza que traz a necessidade de estampar o nome do disco do Bulimia* em todas as superficies.
No meu caso não foi um lugar pra encontrar amigos, no sentido amplo que essa palavra tem. Porém encontrei poucos rostos familiares e novos com quem consegui ter uma conversa, mesmo que breve. Foram horas agradaveis. No final das contas, creio que foi correto quando uma moça chamou de “uma reunião de amigos”.
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Mestruation é uma banda que sempre me faz ter a mesma reação(quando vi ao vivo e por video): me vem a cabeça aquela frase clichê de filmes americanos “those guys do know how to up a performance”. E isso me leva a analise da palavra “performance”: em inglês ela significa demonstração/apresentação, e grande parte dos shows punks que já vi, eu tenho certa dificuldade em traçar a linha entre apresentação e performance(“performance art” em inglês). E eu acho isso incrivel.
Blatta Knup. Que banda! Que show! Quanta admiração criei. Fico feliz por conhecer mais uma banda que ensina sem doutrinar(pense nisso). Um trabalho digno da inspiração que transmitem e estou certa que não sou a unica que vê.
Há anos eu não sentia o que me ocorreu nesses ultimos dias. Não sei definir ao certo. É a mistura de uma velha lembrança(a pergunta enfatizada “porque não?”) e a vontade de montar um novo show por que quero ver essas bandas tocarem novamente.
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King For A Day by Jen and Sarah Blackwood

“KING FOR A DAY – Green Day (Jen and Sarah Blackwood live at NITE OWL in London, ON)”, meu cerebro demorou um pouco pra processar essa informação. Achei incrivel. Tão incrivel que fiz um post sobre isso.
Jen “Hellcat” Blackwood foi vocalista/guitarrista da banda Creepshow e quando ela saiu sua irmã, Sarah Blackwood, a substituiu durante alguns anos.
The Creepshow foi uma banda que me levou a loucura e me alegrava muito. Eu ouvia eles todos os dias. E o Green Day, especialmente o Nimrod, especialmente King For a Day, foi o que eu também ouvi incessantemente por alguns anos.
Ver esse video me deu uma sensação incomum(mas agradavel) de familiaridade que ficou ainda maior quando olhei pra lista de videos relacionados ao lado dele e tinha um link pra um cover da Sarah Blackwood de Underneath it All do No Doubt.
Eu não consegui assistir esses videos só uma vez.
Migas coetâneas.

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Throwback Thursday: Let Go

Ah, Let GoLet Go da Avril Lavigne é um disco que tem data pra mim.
Uma coisa leva a outra e eu lembrei desse disco hoje. Cheguei em casa, peguei ele empoeirado no fim da prateleira e coloquei no computador pra ouvir. A frente da capinha rachada, dentes da capinha quase todos quebrados, encarte caindo aos pedaços…
Em 2002 eu era muito fã de Avril Lavigne. Conheci ela num video de bastidores no site da Michelle Branch, procurei na internet, achei alguns fã sites, achei o disco que ainda não tinha sido lançado e comecei a ouvir. O tempo todo.
Ouvia o CD todo dia. Depois que comprei ele, emprestei pra todo mundo que quis(e quem não quis também) na escola.
Hoje ouvindo ele não consigo deixar de relacionar com 2002, uma época tão feliz na minha vida. Eu até fico um pouquinho feliz só de ouvir.
Apesar disso, tenho que dizer: o disco é bom. De verdade. Tem músicas boas nele. Rock, pop-punk e baladinha. O disco é massa.
Puseram a própria Avril pra co-escrever todas as letras, então pra uma menina de 14 anos era o disco mais perfeito da face da terra. Ainda mais com uma música que tem a frase “somebody rip my heart out and leave me here to bleed”.
Adicionaram a isso um clipe apelativo a adolescentes(tem algum lugar além do shopping pra eles frequentarem?), Complicated, dirigido pelos Malloy.
Eu adorava esse clipe. Eu gravava clipes da tv em fitas de video e quebrei uma de tanto voltar pra ver esse. Verdade.
Eu também botava Sk8er Boi no repeat bastante. Anything But Ordinary é um hino adolescente, começando pelo nome. Tomorrow e Things I’ll never Say são excelentes baladinhas, Naked fecha o disco com chave de ouro e Nobody’s Fool é uma música estranha com o refrão bom. Eu também gostava muito de My World. Provavelmente porque a letra conta uma história.
Tô ouvindo o disco agora e gostando dele de novo.

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Resenha: Ignite, São Paulo, 10/10/15

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Foto: Erik Mosharts

Sábado, fim de tarde, centro de São Paulo, rua Augusta, Inferno Club.
A minha opinião sobre os shows desse dia talvez não possa ser levada em consideração, pois foi difícil me concentrar devido a um problema pessoal. Mas apesar disso, eu quis escrever sobre eles.
Começando por ordem de apresentação: perdi o show do Dead Neck. Fiquei frustrada, eu queria ter visto.
O show do 30 foi legal. Ouvi pouquíssimo a banda antes desse show.
O show do Hundredth foi bem emocionante. Eu não conhecia a banda, ouvi em algum stream pouco antes do show e não achei nada demais. Também não achei ruim, só nada demais.
Quando eles subiram no palco e começaram a tocar minha reação foi de pura surpresa, “mas ein?… que… banda é essa?…”. Não fui a única. E foi incrível.
Quando eu tava saindo do evento literalmente trombei com os guitarrista e baterista. Eu elogiei o show deles e o guitarrista elogiou minha camiseta do Friends.
O show do Ignite foi bom, mas eu achei ele morno. Eu tinha expectativas demais pra esse show. Não faço idéia do que eu estava esperando, mas eu estava esperando. Assisti o DVD vezes demais. E eles tocaram só com uma guitarra, isso faz diferença.
Zoli é muito comunicativo entre as músicas. Um desses momentos memoráveis foi quando ele falou sobre a frente do palco. “Segurem as pessoas. Não deixem ninguém cair, levante-os. Se você vai ficar aqui na frente você tem que segurar todo mundo. Prepare-se pra pegar aquele gordão pulando com a bunda na sua cara”. Eu ainda não tenho uma opinião formada sobre stage dive, mas tenho que concordar com essa frase.
Antes de tocarem War, uma música do disco novo, ele pediu pras pessoas lerem as letras das músicas. Citou Rise Against e pediu “Eu sei que hoje ninguém mais compra discos, então quando vocês baixarem eles, baixem as letras também, por favor”.
As letras são o que eu mais gosto no Ignite. Tanto que quando vi a camiseta “know your history” imediatamente sabia que compraria uma.
Eu gostei bastante do setlist, mas se não me engano, tocaram só músicas do Our Darkest Days e A Place Called Home.
Bleeding foi a última música antes do encore. Tenho certeza que se tivessem colocado ela como primeira música o show seria bastante diferente. Digo na interação de banda e público. O pessoal foi a loucura durante essa música.
Pra minha tristeza(mas eu tinha certeza que seria assim), tocaram Slowdown em versão acústica, como fazem já há uns anos. Ou desde sempre, não sei. E finalizaram com Who Sold Out Now?
By My Side estava no setlist(vi uma foto que alguém tirou pouco antes do show), mas não a tocaram e adicionaram outras.
O show terminou cedo, como em toda casa de balada. Umas 22h da noite.
Foram horas bem agradáveis.

 

Obs: esse texto foi na verdade um resumo, um mero comentário. Mas como eu disse, não quis deixar passar batido.

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Resenha: Millencolin, São Paulo, 14/11/15

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A primeira vez que eu ouvi Millencolin foi num CD gravado emprestado de um amigo, o qual eu quase risquei de tanto ouvir No Cigar e Fox. Isso foi em 2001 ou 2002 e desde então eu ouço a banda quase regularmente.
Em 2010 eu perdi o show deles no Brasil. Fiquei bem triste pois foi o show da turnê comemorativa do Pennybridge Pioneers, meu disco preferido deles.
No começo de 2015 eles lançaram o True Brew, que é um dos meus lançamentos preferidos desse ano e eu não sei mais se tenho um disco preferido do Millencolin. Eu amo o True Brew.
Quando anunciaram o show eu fiquei muito feliz. Depois de tantos anos, ver um show deles seria incrível, mas pegar a turnê desse disco foi lindo.
O show foi num sábado, no Carioca Club. Acabei chegando bem cedo, mas já tinha gente na fila debaixo dum Sol escaldante. Fiquei de lado olhando a banquinha de camisetas pirata.
Eu só fui em shows no Carioca Club duas vezes, e a mesma coisa aconteceu nas duas: o preço das camisetas dentro do show tava muito caro. Uns 30 reais acima da média. Acho que isso acontece sempre, já que nesses dois shows tinha gente vendendo camiseta do lado de fora.
Provavelmente porque nos últimos tempos tenho ido em bastante shows de produtoras independentes, eu achei engraçado o fato do Millencolin ser a única banda a tocar.
As portas abriram as 18h, eles subiram no palco as 20h e tocaram por exatamente(ou quase) uma hora.
Começaram tocando Egocentric Man, primeira música do disco novo, seguiram com três clássicas(Penguins & Polar Bears, Twenty Two e Fox), Sense & Sensibility e o show seguiu cheio de entusiasmo até o fim.
Terminaram a primeira parte do show com Kemp e Mr. Clean. O encore teve sete músicas e fecharam com No Cigar. Creio que mais energético seria difícil.
O setlist foi incrível. Eu só adicionaria Wall of Doubt ou Something I Would Die For, agora se fosse pra substituir alguma música eu ia pensar duas vezes.
Como alguém tem que falar algo durante as músicas, esse papel fica pra Mathias Färm e Erik Ohlsson e talvez pelo fato de o vocalista não ser tão comunicativo durante os shows algumas pessoas tenham a impressão de que o show não foi assim tão legal.
Durante e depois vi gente reclamando, “eu esperava mais”. A única coisa a mais que a banda poderia ter dado naquele show era sangue, mas isso é desnecessário. Não sei o que mais essas pessoas que reclamaram esperavam. Talvez mais entusiasmo? Como faz isso? Depende da platéia, a banda não controla, não é?
Outra coisa que eles não controlam é o som do lugar. Tava zoado. Tava desregulado e ruim, sim. Isso atrapalhou um pouco, mas o show em si eu achei ótimo e quero ver de novo.

“Like yin and yang there’s also the other side of me, acting based on emotion and sensibility”

 

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Back to the Sherwood

Algo inimaginável pra todos desde 2010 se tornará realidade em 2016: Sherwood vai gravar um disco novo!
Eles lançaram uma campanha no IndieGoGo e alcançaram a meta em cinco dias.
Dia 13 de outubro eles divulgaram a demo de uma das músicas novas, The Unknown.
É incrível. A melhor coisa que ouvi em 2015(e não foi pouco).
Eles já estão gravando o novo disco e creio que o lançarão em breve.
Até o momento somente Nate, Dan e Joe aparecem nas novas fotos de divulgação e quase nada além da campanha foi divulgado. Somente dois textos de Dan e Nate sobre a volta do Sherwood, seja só em estúdio pra esse disco novo ou não.
Aguardo ansiosamente.

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LAW

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Há uns meses, em uma das frequentes enxurradas de links, vi um video de um show de comemoração dos 25 anos da Skunk Records onde Jakob Nowell cantava uma música do Sublime.
Minha primeira reação foi provavelmente de incredulidade. Principalmente porque novos adultos tão sempre falando(sinceramente) pra gente mais nova que eles: nossa, como você cresceu!
Fiz uma conta rápida e é… tá certo. Jakob Nowell já tem vinte anos.
Eu fiquei feliz vendo esse video. E fiquei mais feliz ainda quando, pouco tempo depois, descobri que ele tem uma banda, Law.
Não sei se isso é devido a história do Sublime ou o fato que eles foram a única banda da qual eu realmente fui fã, no sentido popular da palavra. Eu ainda não tenho certeza do que consiste ser um fã, mas Sublime provavelmente foi sim a banda que eu mais “estudei”. Ou talvez seja só porque sou audiofanatica.
De qualquer modo, essa foi a melhor descoberta de 2015(e houveram muitas).
Um tempo depois de descobrir a banda eles lançaram a primeira música no Bandcamp, Flower.
Como era de se esperar, eles se revelaram uma banda de ska da terceira onda. Ou talvez da quarta, mas isso ainda é apenas teoria.
Getting By veio logo depois e no começo de Setembro eles lançaram seu primeiro EP, Mild Lawtism.
Flower abre o disco e ela me fez lembrar de músicas antigas do Sublime.
Bleach My Brain tem uma batida(e bateria) bem característica. Baixo, bateria e vocal seguram a maior parte da música até o refrão a acelerar repentinamente e também repentinamente ela volta à batida calma. Você conhece essa música, não?
Digo também que se algum desavisado ouvir Idle Conversation é capaz de pensar que é uma música do Sublime. Talvez. Se o tom da voz fosse pouco menos grave. E Psychology cai fácil no reggae-ska moderno, que é bem pop.
Apenas duas das oito músicas do EP não tem rimas de rap. Sou desqualificada pra opinar sobre isso, pois não ouço rap(não é que eu detesto, é só desinteresse), mas não destoou nem deixou nada ruim, não.
Mild Lawtism carrega um leque de vertentes.
Jakob tem uma voz linda. Ele tem uma voz extremamente potente e singular. Senti arrepios nas primeiras vezes que ouvi ele cantando. Sem exageiros, acho a voz mais forte que eu ouvi em uns cinco anos, ou mais. E o coração de todos nós se aquece quando ele dá uma pequena gargalhada ao final de alguma música.
Esses moleques tocam muito bem.
E outra coisa que me deixa feliz é acreditar que estou certa ao ver o Dakota Ethridge dando a impressão de ser um baixista de verdade e não um guitarrista que toca baixo.
Eu quero mais do Law. (me refiro a quantidade)
Ouça.

Obs: Eu gostaria de tentar evitar as comparações ao Sublime. Comparações só são aceitáveis quando há influência clara. Mas no caso do Law a influência seria inevitável.

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(Real)Emo Mixtape Trade #1

O LastFm tem(ou tinha, não sei se ainda tá ativo) um grupo chamado Mixtape Trade onde, como o nome já diz, os membros faziam e trocavam mixtapes.
Uma pessoa teve a genial idéia de propor isso em um grupo do Facebook que participo e eu achei lindo demais.
Como aqui no Brasil hoje fica difícil gravar uma fita cassete, o meio onde você enviaria as músicas foi liberado. Mas a playist deveria ter cerca de 60 minutos, o tamanho comum de uma fita cassete.
Eu e o meu par escolhemos gravar as músicas em CD.
E eu resolvi compartilhar as minhas(as que eu faço e que recebo) aqui no blog.

A que enviei:
tracklist

A que recebi:
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